Na locura e desepero na busca de referencial teórico para o temido TCC , me deparei com um livro que mudou meu ponto de vista sobre a profissão.
“Relações públicas: opção pelo cidadão” de Roberto Fonseca Vieira. Nele o autor destaca reflexões sobre o comprometimento do profissional para com a cidadania, seja na mediação de conflitos e atritos sociais, seja transformando os problemas vigentes na sociedade como fatores estimulantes da participação social.
No entanto estamos sempre preocupados em persuadir, vender, comunicar, promover, informar a quem? O público-alvo! (confira aqui)
Muitas vezes nos focamos em público-alvo, como se esse público já estivesse formado, esquecendo que com a nossa base humanística e conhecimento prático somos capazes de formar uma opinião pública, enfim podemos definir o público a ser trabalhado.
Atribuído dessa capacidade o Relações Públicas desempenha um papel extremamente importante diante da democracia, pois garante a manutenção e extensão dos direitos do cidadão, assim como pode criar uma esfera pública participativa, tanto no âmbito político, cultural e social.
E você já parou para pensar nessa vertente democrática? Quais as ações e planejamentos comunicacionais você conseguiu se desvincular da idéia convencional de público-alvo?