quarta-feira, 24 de junho de 2009

Relações Públicas Opção pelo cidadão!

Na locura e desepero na busca de referencial teórico para o temido TCC , me deparei com um livro que mudou meu ponto de vista sobre a profissão.

Relações públicas: opção pelo cidadão” de Roberto Fonseca Vieira. Nele o autor destaca reflexões sobre o comprometimento do profissional para com a cidadania, seja na mediação de conflitos e atritos sociais, seja transformando os problemas vigentes na sociedade como fatores estimulantes da participação social.

No entanto estamos sempre preocupados em persuadir, vender, comunicar, promover, informar a quem? O público-alvo! (confira aqui)

Muitas vezes nos focamos em público-alvo, como se esse público já estivesse formado, esquecendo que com a nossa base humanística e conhecimento prático somos capazes de formar uma opinião pública, enfim podemos definir o público a ser trabalhado.

Atribuído dessa capacidade o Relações Públicas desempenha um papel extremamente importante diante da democracia, pois garante a manutenção e extensão dos direitos do cidadão, assim como pode criar uma esfera pública participativa, tanto no âmbito político, cultural e social.

E você já parou para pensar nessa vertente democrática? Quais as ações e planejamentos comunicacionais você conseguiu se desvincular da idéia convencional de público-alvo?

Bem-vindo ao Social RP!

A partir de hoje, 24 de junho, está no ar o blog Social RP. Abrimos este espaço para nós estudantes, profissionais e futuros profissionais de Relações Públicas ansiosos e angustiados pelo que o mercado de trabalho nos promete.

À luz da recente decisão do STF, de excluir a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer tal função (veja aqui) (veja tbm), uma dúvida nos rodeia.
Será que o RP também vai passar por isso?

Tantos profissionais que nunca estudaram ou completaram um curso de Comunicação Social concorrem e às vezes até ganham uma vaga de Relações Públicas. Nosso código de ética (veja aqui), inclusive, abre esta brecha para àqueles que não têm o diploma, mas que, por experiência e competência, exercem nossa função na "ilegalidade".

Será que 4 anos de faculdade serão jogados fora também para os profissionais de RP?
É mais uma angústia que preenche nosso tempo de dúvidas e incertezas.

Sejam bem-vindos ao nosso blog e reflitam, junto com a gente, sobre nós mesmos!!